Pivô Jason Collins estreia pelos Nets após assumir ser gay

O atleta de 35 anos foi aplaudido. E colegas disseram que ele foi bem recebido

O pivô Jason Collins, do Nets: retorno marcante à NBA
O pivô Jason Collins, do Nets: retorno marcante à NBA (Jeff Gross/Getty Images/AFP)
 
 O pivô americano Jason Collins fez história na noite de domingo. Veterano com 14 temporadas disputadas na NBA, ele estava sem contrato e voltou a atuar pela liga defendendo a camisa do Brooklyn Nets. Entre sua aparição anterior na NBA e agora, porém, uma coisa mudou: Collins anunciou que é homossexual. Com isso, ao entrar em quadra no jogo contra os Lakers, em Los Angeles, o atleta se transformou no primeiro jogador assumidamente gay a participar de uma partida da liga profissional americana. Os Nets venceram por 108 a 102 e Collins teve participação discreta: 11 minutos em quadra, nenhum ponto anotado, dois rebotes e cinco faltas cometidas. Ainda assim, sua atuação recebeu grande destaque na imprensa americana. Antes de Collins, o único gay assumido numa liga profissional americana foi Robbie Rogers, que atua pela equipe de futebol de Los Angeles, o Galaxy.
 
 A partida colocou frente a frente duas equipes com péssima campanha e que já não têm muito o que disputar no campeonato. Mas quando o técnico dos Nets, Jason Kidd, anunciou que Collins, de 35 anos, entraria em quadra, as atenções se voltaram para o ginásio Staples Center. Collins estava sem time e assinou um contrato de dez dias, um acordo comum entre as equipes da NBA que estão com jogadores lesionados e precisam de reservas por um curto período. Faltando 10min28s para o final do segundo quarto, Kidd mandou Collins para o jogo. O pivô foi aplaudido por torcedores de Los Angeles. O técnico disse que Collins será observado como qualquer outro jogador que recebe um contrato curto e se candidata a firmar um compromisso mais longo.

Kidd se negou a responder todas as perguntas que tratassem da orientação sexual do atleta: disse que só falaria de basquete. Segundo ele, a contratação do pivô foi decidida com base na experiência do atleta na NBA. Os jogadores dos Nets disseram que a chegada de Collins ao grupo foi positiva. O próprio Collins, que saiu do armário em maio do ano passado, disse que não tinha tempo para pensar demais no fato de estar quebrando uma barreira. "Senti a pressão por jogar uma partida da NBA, não por qualquer outra coisa", disse ele. Na temporada passada, ele defendeu o Boston Celtics e o Washington Wizards. Em 713 jogos disputados como profissional, ele tem médias de 3,6 pontos e 3,8 rebotes. Collins foi muito elogiado pelo presidente Barack Obama, um fã de basquete, quando decidiu assumir que é homossexual – foi até convidado de honra no último discurso do Estado da União.
 

Presidente do Uganda promulga lei anti-gay, desafiando o Ocidente

Organizações de apoio a homossexuais receiam que nova legislação influencie outros países africanos. Sexo entre pessoas do mesmo sexo é ilegal em 37 países do continente.

Para a cerimónia de assinatura foram convidados jornalistas estrangeiros Isaac Kasamani/Reuters
 
 
Alheio a críticas e pressões internacionais, o Presidente do Uganda, Yoweri Museveni, promulgou nesta segunda-feira uma lei que torna a homossexualidade crime punível com prisão perpétua. “O Presidente assinou finalmente a lei anti-gay”, afirmou uma porta-voz.

Aprovada em Dezembro por uma ampla maioria do Parlamento, a nova lei considera igualmente crime a promoção da homossexualidade e a não denúncia de quem a pratique –  segundo o texto anterior à promulgação, consultado pela Reuters.
A assinatura da lei, numa cerimónia para a qual foram convocados jornalistas estrangeiros, foi acompanhada de fortes aplausos de funcionários governamentais. “Há uma tentativa de imperialismo social, de impor valores sociais. Lamentamos ver que vocês [o Ocidente] vivem da maneira como vivem, mas mantemos silêncio sobre o assunto”, disse Museveni.

“O Uganda é um país soberano e suas decisões devem ser respeitadas”, disse à AFP Tamale Mirundi, um porta-voz do Presidente.
Os doadores internacionais ameaçaram cortar o auxílio se a lei entrasse em vigor e o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse na semana passada que a nova legislação –“um passo atrás para os ugandeses” – complicaria as relações entre os dois países.

Uma primeira versão da lei foi aprovada em 2009, mas fora congelada na sequência de críticas de organizações de direitos humanos e países ocidentais. A nova versão, votada em Dezembro de 2013, teve o voto favorável da esmagadora maioria de deputados. A versão de há cinco anos previa a pena de morte em caso de reincidência, relações sexuais com menores ou pessoas com sida.
“É um dia sombrio não apenas para a comunidade gay do Uganda mas para todos os ugandeses que se preocupam com os direitos humanos, porque esta lei vai afectar toda a gente”, disse Julian Peppe Onziema, um defensor dos direitos dos homossexuais no Uganda.

Organizações de apoio a homossexuais receiam que a nova legislação influencie outros países onde os sectores mais conservadores tendem a considerar a homossexualidade como contranatura. O sexo entre pessoas do mesmo sexo é, segundo o levantamento da Reuters, ilegal em 37 países africanos. Poucos africanos são assumidamente gays, por receio de violência, prisão ou perda de emprego.
O Uganda é um importante aliado dos países ocidentais na luta contra o extremismo islâmico na Somália, onde os seus militares constituem o núcleo essencial da força de paz da União Africana.

Estudar na Coreia do Sul: uma entrevista com Viviane Sampaio!

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Estudar na Coreia do Sul é o sonho de muita gente. Imagine só, ir para um país mais desenvolvido, onde seus ídolos vivem, com gente diferente e ter a oportunidade de aprender muita coisa nova. Parece um sonho, certo?! Mas e quando isso acontece, como é chegar num local totalmente diferente, cheio de gente desconhecida e começar do zero?
Hoje nós vamos conversar com a Viviane Sampaio, também conhecida como Vivi. A fofa já deu uma entrevista pro site, mas junto com suas amigas do ShineeWorld Br. Agora ela vem sozinha responder algumas perguntinhas sobre como é viver na Coreia. A gatinha foi fazer alguns períodos de sua graduação na Coreia pelo Ciência sem Fronteiras, programa do governo que leva os alunos mais incríveis pra estudar fora. Vamos ao que interessa e saber um pouco mais sobre o dia a dia de uma brasileira normal, numa Coreia comum.
Como foi pra você receber a notícia de que iria para a Coreia do Sul estudar? 
Eu nunca fui do tipo de pessoa que quer viajar e conhecer o mundo, eu tive de ser convencida pelo meu namorado, haha. Então quando passei, fiquei meio “uhuu, Coreia” e meio “oh droga, um ano longe de todo mundo”.
Como sua família reagiu?
Essa é uma história engraçada. Minha mãe odiava a ideia, porque nós não temos muito dinheiro, eu como mal, etc. Então eu não contei nada durante o processo! Foi bastante difícil porque tive de arranjar o passaporte sozinha (com o namorado, mas mesmo assim), autenticar documentos, foi uma experiência interessante. Eu contei pro meu irmão quando estava esperando a resposta da faculdade e a reação dele foi muito positiva, o que me deixou animada. Depois que foi decidido que eu ia, contei pra minha mãe no estilo “você não tem como me impedir”. Ela aceitou depois de ver quanto dinheiro a gente ganha, mas continuou preocupada, haha. Meu pai foi muito de boas, tipo “ah, você vai pra Coreia? Legal, me traz um celular”.
A viagem, como foi?
Os voos pra Ásia saem geralmente de São Paulo, então tivemos de ir pra lá e aproveitamos pra ficarmos por uns três dias. De lá, fomos até Dubai, num voo de 18 horas de duração. Pra mim foi bem tranquilo, assisti uns três filmes, a comida era decente e eu dormi bastante. Em Dubai nós trocamos pra um voo pra Coreia, de 4 horas. Esse eu não consegui dormir, porque tinha um monte de coreanos no avião e eu estava animada, haha.
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Eu já vi você comentando no twitter que tem alguns problemas com a comida coreana, como foi se adaptar com a alimentação e o que você fez pra poder não parar de comer?
A comida é o problema número um de todos os intercambistas. Um amigo do edital passado ao nosso nos apresentou as coisas que ele gostava e os restaurantes botam fotos nas vitrines, então entrávamos e experimentávamos. Eu tenho um probleminha com comida que não cabe falar sobre aqui, então o meu cardápio é bem pequeno. Eu morei no meu próprio apartamento, então tive uma cozinha e tudo o mais, dava pra fazer arroz, frango, macarrão. Mas também rolou muito McDonalds, haha.  Aqui tem uns 3 ou 4 restaurantes brasileiros, mas eu não vou muito porque é caro.
As amizades, como foi começar do zero nas salas de aula? 
Foi bem tenso, porque a minha faculdade é só de mulheres, mas o meu curso no Brasil tem mais homens. Dava uma agonia olhar pro lado e ver centenas de meninas, haha.
Os professores, como te trataram? E os colegas de classe?
A minha faculdade é a terceira com mais estrangeiros na Coreia, então eu não era nada de outro mundo. A maioria dos professores não me dava atenção especial, só um de programação, porque o programa que usamos era em coreano. As colegas me ignoravam completamente, e isso acontece com todos os intercambistas. Eles só falam com você se for pra fazer um trabalho, aí são seus melhores amigos, até o trabalho acabar.
Como você era/é tratada ao descobrirem que é brasileira?
Eles acham o máximo! “Samba! Futebol!”, essas coisas. O MMA também faz sucesso, muita gente falava do Anderson Silva. Os mais velhos sempre falam “tá bom”, era uma marca de refrigerante, a propaganda fez muito sucesso e eles lembram até hoje.
O que te assusta mais na cultura coreana e que foi difícil de aceitar no dia a dia? 
Hmm, não é algo que me assusta, mas eu não gosto do ritmo de trabalho daqui. A jornada dura em média 14 horas e todo mundo faz hora extra pra impressionar o chefe, sendo que essas horas extras, que costumam ser umas 2 a 4 horas, não são pagas.
E o que foi mais tranquilo e você levou de boa, colocando como parte da sua vida?
Ah! Coisas simples tipo tirar os sapatos antes de entrar, se curvar para cumprimentar, receber as coisas com as duas mãos… No começo, é besteira, mas com o tempo pega e você não consegue mais nem dar dinheiro de um jeito normal! Vai soar bobo, mas é comer com palitinhos, estou levando um conjunto de metal pra continuar no Brasil. E separar o lixo, eles não tem espaço pra ter lixões, já que o país é minúsculo, então separar o lixo é obrigatório.
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O idioma, como foi aprender?
Eu amo aprender novas línguas, então é meio fácil pra mim. Só que estou aprendendo sozinha, porque o curso da Ewha é intensivo e não dá pra fazer o coreano e ter aulas normais. Por mim, estudaria só coreano, mas o CsF exige que façamos aulas dentro das áreas tecnológicas.
Eu já te ouvi comentando sobre um trabalho que tinha (ou ainda tem) e traduzia coisas. Como foi recebida nesse novo emprego?
Ah, o meu estágio! Nós temos a obrigação de estagiar nas férias. O meu atual é com um professor polonês, mas em Julho eu trabalhei na Boram, uma empresa pequenininha de engenharia ambiental. Os chefes foram super legais (é o CsF que arranja estágio em empresas, então eles sabem que somos do governo), o CEO geralmente ficava na sede no interior, mas quando ele vinha, ficava super animado, porque ele já foi no Brasil e amou. Todo mundo era bem mais velho, então era tudo muito quieto. Eles aceitaram de boas eu não comer comida coreana, o chefe me deixava trazer meu próprio almoço e eu ficava no escritório enquanto eles iam em um restaurante. Eu traduzia documentos em português de Angola pra inglês, eles estão ajudando a construir um shopping lá.
Quais dicas você daria pra alguém que quer ir fazer CsF na Coreia?
Não tragam nada. Sério. Vocês vão comprar muita coisa e vai ser um inferno na hora de voltar.
A questão do transporte, como é se locomover em um local que tu não conhece e que mal pode pedir socorro caso se perca? 
O metrô é sensacional. Eles tem milhares de estações, se você se perder andando, é só seguir em frente que uma hora você acha alguma estação. Tudo tem escrito em inglês, é uma maravilha. Os ônibus são um pouco mais complicados, os táxis são baratos, mas já aconteceu de falar lugar X e o cara entender um lugar no outro lado da cidade.
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Você teve alguma experiência com idols? 
Eu tenho dois posts (e farei mais) no SHINee World Brasil sobre as minhas experiências com o SHINee. Além deles, não há muitas coisas… Eu já fui entrevistada pelo Speed pra um programa de variedades, mas eu nem sabia quem eram eles, haha! Eu já vi a Seohyun do SNSD passar muito rapidamente, e um cara não-identificado do BTS passou atrás de mim para ir no banheiro durante um programa. Também assisti a Luna do f(x) e o Ryeowook do SuJu no High School Musical.
Num geral, quais os prós e os contras de se morar/estudar na Coreia?
É um país absurdamente seguro, e as instalações das faculdades são uma coisa linda. Mas prepare-se para não ter amigos coreanos, ou pelo menos nenhuma coisa profunda. E para comer comida ruim.
Você sentiu um nível de dificuldade maior na faculdade coreana do que na do Brasil?
As aulas que fiz na Coreia são de Design de Produto, que é bem diferente do que eu estudo, então não tenho como responder. Mas eles simplesmente não ensinam a pensar, só a decorar respostas.
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Seu gosto musical, lembro de ter lido você dizer que no Brasil só ouvia K-Pop, foi pra Coreia e só ouvia música brasileira, conte mais sobre essa mudança.
É que a minha mãe ama escutar MPB e tal. Quando você está em outro país, é reconfortante ouvir a sua língua, então eu escutava até Ai Se Eu Te Pego, porque me dava uma sensação de casa.
Saudades de casa, sei que seu namorado também mora ai, como é pra você viver de um lado do mundo e manter contato com a família e amigos que estão do outro. 
Eu sou uma pessoa horrível e não mantenho contato com ninguém, haha! Fora amigos com quem já falava só pela internet, eu não falo regularmente com ninguém. Se eu conversar, fico com saudades e triste, então só fico postando fotos e curiosidades no facebook, para saberem que estou viva.
Preços, o custo de vida, sai mais em conta na Coreia ou no Brasil?
Moradia é beeem caro, comida depende de você, coisas tecnológicas são um tantinho mais baratas, roupas e cosméticos são super baratos (a não ser que você queira algo de marca), acho que no geral é parecido. Qualquer emprego paga bem aqui, então acho que é de boas.
O clima na Coreia é bem diferente, com invernos intensos e verões insuportáveis, como você lida com isso? 
Eu reclamo muito no twitter, haha! O verão é insuportável mesmo, Fortaleza não é úmida e tem vento, Seul é o contrário e é simplesmente horrível. Até de noite era quente! O inverno desse ano está super amigo, mas o do ano passado, quando cheguei, também era bem tenso. Não é divertido sentir você perdendo a movimentação do braço…
Me fale um pouco da sua rotina, do seu dia a dia.
Não tem nada demais. A Coreia é outro país, mas não é outro mundo. As únicas diferenças são que de vez em quando eu saio por aí andando sem rumo, dá pra achar tanta coisa interessante quando a gente se perde! Atualmente, como estou indo embora, minha rotina é acordar, decidir quais pontos turísticos visitar hoje e ir!
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Então galera, é basicamente isso. Espero que tenham gostado e conseguido sanar algumas duvidas sobre como seria viver na Coreia. Como a Vivi disse, ela está voltando depois de passar um ano lá e pelo visto terá muitas lembranças boas desse país que tanto amamos.

Matéria do KPOPNOW .

Vídeo: Miley Cyrus beija Katy Perry durante show


Miley Cyrus começou a sua turnê “Bangerz Tour” nos Estados Unidos. Durante o final de semana, ela se apresentou em Los Angeles, onde Katy Perry foi prestigiar a amiga
Ao ver a outra cantora curtindo o show, Miley resolveu fazer uma brincadeira com ela. Durante a música “Adore You”, a garota foi até a beirada do palco, chamou Katy Perry e as duas deram um selinho, tudo registrado por vários celulares de fãs que estavam em volta.



Os 10 casais gays mais fofos dos seriados



Há uma semana o Brasil parava para ver o beijo de Félix e Nico na novela “Amor à Vida”. Lá fora, entretanto beijo entre casais gays é algo bem comum há muito tempo.
Muitas séries trazem casais gays pelo qual a gente fica torcendo e gritando um gigante “aaaaaawn” internamente. Por isso, a gente resolveu separar os 10 casais gays mais fofos dos seriados.
Bennet e Walt – “The Carrie Diaries”
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Sem dúvidas é o casal mais fofo das séries teen da atualidade!  Walt (Brenden Dooling), para quem não sabe, é o amigo gay, em fase de descoberta, da jovem Carrie Bradshaw (AnnaSophia Robb). Quando Carrie começa a trabalhar na revista Interview, eles conhecem Bennet (Jake Robinson), e o clima entre os dois já começa a aparecer.
O mais legal de Bennet e Walt é que eles não são cheios de pieguice ou estereotipados. Eles já enfrentaram bastante coisa na série e a gente tá torcendo bastante para que “The Carrie Diaries” seja renovada para uma terceira temporada, só para poder ver mais desse casal lindo!
Kevin e Scotty – “Brothers & Sisters”
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“Brothers & Sisters” já acabou há algum tempo, mas o casal Kevin (Matthew Rhys) e Scotty (Luke Macfarlane) vai ficar para sempre em nossos corações.
Durante as cinco temporadas da série, nós pudemos ver o amor dos dois surgir e crescer de uma forma linda. Eles casaram, tiveram filhos e passaram por algumas crises, claro, afinal nenhum relacionamento é perfeito. Mas o amor sempre superou qualquer obstáculo entre os dois. <3 p=""> Naomi e Emily – “Skins”
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“Skins” é outra série que deixou saudades. De todos os casais que estiveram na série, nenhum foi tão marcante como Naomi (Lily Loveless) e Emily (Kathryn Prescott).
As duas garotas se descobriram lindamente juntas. Além disso, “Naomily” é o único casal da série que a gente pôde ver ainda junto no epílogo “Fire”, da sétima temporada, que focava na personagem Effy (Kaya Scodelario), colega de quarto de Emily.
Will e Vince – “Will & Grace”
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Além de ser fofo, o casal Will (Eric McCormack) e Vince (Bobby Cannavale) tem uma grande importância por Will ser um dos primeiros personagens gays a ganhar muito destaque na TV norte-americana. Vince conseguiu a façanha de suportar até a Grace (Debra Messing) para conquistar de vez o seu homem. Os pombinhos ainda tiveram um final lindo com sua família!
Cam e Mitchell – “Modern Family”
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Sempre disputando alguma competição louca entre si, Cam (Eric Stonestreet) e Mitchell (Jesse Tyler Ferguson) acabam sendo fofos, pois apesar de todas as brigas o amor dos dois sempre fala mais alto. Sem falar que com a filhinha Lily eles formam uma família muuuito fofa!
Freddie e Stuart – “Vicious”
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Na mesma linha de Cam e Mitchell, Freddie (Ian McKellen) e Stuart (Derek Jacobi) vivem em pé de guerra, mas em outro nível, os dois vivem fazendo piadinhas com a morte do outro o tempo inteiro. Mas apesar de não admitirem, um não vive sem o outro! Mesmo com todas as briguinhas, a gente sabe que eles se amam, e é isso faz deles um casal muito fofo e tão engraçado.
Arizona e Callie – “Grey’s Anatomy”
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Talvez de todos esses casais da ficção, Arizona (Jessica Capshaw) e Callie (Sara Ramires) é o que mais encontrou dificuldades. Muita coisa aconteceu em “Grey’s Anatomy” (sem spoilers, a gente promete!), mas mesmo com tudo, o casal continua sendo o xodó do público, todos torcem para que elas fiquem bem e vivam em paz com sua linda família.
Santana e Brittany – “Glee”
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Santana (Naya Rivera) e Brittany (Heather Morris) formaram, sem dúvidas, o casal gay mais fofo da série “Glee” até agora. Kurt (Chris Colfer) e Blaine (Darren Criss) até eram legais no começo, mas se tornaram muito piegas e logo ficaram chatos e exagerados. Santana e Brittany não.
O que começou como diversão para as duas foi crescendo em amor verdadeiro, que transformou a aparentemente sem coração Santana. Todos nós em casa ficamos de coração partido junto com a Santana quando as duas terminaram. No episódio 100 da série, as duas vão voltar a se encontrar. O que vai sair desse encontro? Vamos aguardar, esperançosamente, claro.
Patrick e Nolan – “Revenge”
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Esse casal não deveria ser fofo. Sério, com tanta sabotagem e traição que rola em “Revenge”, nós deveríamos odiar o casal Nolan (Gabriel Mann) e Patrick (Justin Hartley). Mas a gente ama os dois juntos! Eles possuem uma química incrível e, talvez pelo fato de serem um casal que ninguém esperava, a gente acaba torcendo para que eles deixem Emily (Emily VanCamp) e Victoria (Madeleine Stowe) de lado e sejam felizes juntos.
 Bette e Tina – “The L Word”
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Bette (Jennifer Beals) e Tina (Laurel Holloman) eram as protagonistas da série lésbica “The L Word”. Elas estavam juntas há vários anos e criaram juntas uma bela família. Claro que enfrentaram seus dramas, mas o amor entre as duas sempre prevalecei. <3 p="">

Site divulga foto de Justin Bieber mordendo seios de stripper

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No último sábado (1º), o site TMZ divulgou uma foto reveladora de Justin Bieber e o amigo Khalil Sharieff em uma cena inusitada com uma stripper. Na imagem, ambos aparecem com a boca nos seios de uma stripper, que teria idade suficiente para ser mãe do astro teen, de acordo com a própria publicação do site americano. Ela foi contratada para fazer uma performance sensual exclusiva ao canadense, em uma festa realizada em um estúdio de gravação em Los Angeles.

      As recentes atitudes de Bieber estão causando polêmica no mundo inteiro, e isso acabou rendendo uma prisão para o canadense, que após sair de uma festa em Miami, resolveu apostar racha em um Lamborghini amarelo. O grande problema era o fato do garoto estar embriagado, além de não ter a habilitação válida para aquele estado, e também ser menor de idade.

      No Brasil, até mesmo o apresentador de televisão, José Luiz Datena, disparou críticas contra o cantor, durante exibição ao vivo do programa “Brasil Urgente”, pela Bandeirantes. Ele xingou o astro teen pelas suas ações ao redor do mundo, e criou até mesmo uma enquete para determinar se o disco de Bieber seria ou não quebrado ao vivo.

      Contudo, após uma série de xingamentos por parte dos fãs, o apresentador se revoltou. “Já que vocês são nervosinhos e briguentos, vocês vão ver o que eu vou fazer com esse CD”, disse pouco antes de começar a destruir o disco em frente às câmeras. “Esse Justin Bieber é um babaca. Vão procurar ídolos melhores que esse lixo aqui”, disparou.
No final da semana passada, o “TMZ” divulgou um vídeo que mostra Justin momentos antes de ser preso, dirigindo uma Lamborghini amarela com a qual teria apostado racha. Porém, nas imagens não é possível constatar nenhuma infração do cantor, nem mesmo um indício de corrida, fato que ainda está sendo investigado pela polícia local.


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