#Gays dizem o que acham de #MMA: tesão, esporte e risos

No sábado 27, rola a edição carioca do UFC – maior competição de luta livre do mundo. Essa vai ser mais uma oportunidade de muitos homossexuais curtirem esse esporte, que mistura jiu-jítsu, boxe, wrestling e até judô, dentre outras artes marciais.
Enquanto os lutadores exalam masculinidade padronizada no octógono, muitos gays ficam em casa acompanhando cada movimento e a performance dos atletas e, inclusive, tendo reações movidas por altos graus de excitação!

Jadislan Aguiar acompanha o UFC há um ano, mas nada de saber nomes de golpes ou dos competidores. O que o atrai? “A bestialidade – o que deveria estar ultrapassado ainda é muito presente no nosso dia a dia, a técnica dos lutadores. É interessante ver como os caras se articulam, como utilizam as várias técnicas de luta.”
Na opinião de William Alves, o espetáculo esportivo é o ponto principal. “Acho um excelente evento, muito bem produzido e muito bem explorado pelos anunciantes e patrocinadores.”
A relação entre competidores também chama a atenção dele. “Atletas que estão naquele octógono na busca de um título através da briga, mas que, fora dali, são grandes amigos, parceiros de academia. Isso também é ótimo.”

Mauro Morais chegou a gostar tanto de MMA (sigla em inglês para Mistura de Artes Marciais e sinônimo de luta livre) que ele já teve assinatura de um canal exclusivo para o esporte. O que o despertou para a competição foi a produção  ”Clube da Luta”, que mostra o universo dos embates físicos entre homens. “Com o filme, meio que tive um fascínio pela força demonstrada nas lutas. Isso me levou a gostar de MMA.”
Mais que o esporte
Pelo o que está acima, vê-se, portanto, que homossexuais também são fãs de MMA, mas esse gosto vai além do esporte puramente em alguns casos.

Aguiar consegue ver tanto elementos sexy na luta quanto engraçados. “São mais atraentes as lutas que utilizam mais box e golpes altos. Os lutadores também são atrantes, uns mais e outros menos, isso não passa batido. Entretanto, assisto a luta com muito humor. Para mim, ela é mais divertida do que excitante.”
Alves vai na mesma linha: “É excitante sim ver dois homens grandes se ‘atracando’ e até mesmo se provocando de forma maliciosa, como tem acontecido nas pesagens de um lutador beijar a boca do outro”.

E há também os “fanáticos”. Carlos (nome fictício) confessa que, se chega em casa sábado à noite (período de transmissão dos jogos), depois da balada, ele se masturba assistindo à luta. “Ver os atletas seminus e suados no octógono, se esfregando em poses que lembram a cópula homossexual, me excita demais.”
Bom, melhor parar de ler e conferir tudo isso na tevê ou na internet, né?

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