Se eu cozinho todo mundo come

Família inglesa descobre igreja centenária debaixo de casa

Construção foi encontrada por abertura no hall da residência.
Garrafas de vinho e objetos religiosos estavam em cômodos subterrâneos.

Uma família inglesa descobriu, por acaso, uma igreja centenária debaixo de sua casa em estilo vitoriano em Shropshire, condado na Zona Oeste da Inglaterra.

Foto: Reprodução/Newslite

Igreja ficou escondida em Shropshire por 100 anos (Foto: Reprodução/Newslite)


A construção foi revelada quando um membro da família Farla ficou intrigado com uma chapa de metal que ficava no hall da residência. Ao retirar a placa, um túnel levou os ingleses para uma igreja subterrânea.

Gareth Farla, de 20 anos, encontrou um altar e cômodos que guardavam objetos religiosos e até mesmo garrafas de vinho datadas de 1930.


Hairspray Making of -Nicest Kids in Town

Oi apresenta ao governo banda larga com preços que variam de R$ 15 a R$ 35

Valores do serviço de internet rápida permitiriam acesso das classes C e D.
Reunião sobre Plano Nacional de Banda Larga aconteceu nesta sexta (9).
Da Agência Estado
Tamanho da letra
A Oi apresentou nesta sexta-feira (9) ao governo um plano de expansão da banda larga no país em que a empresa ofereceria serviços de internet rápida a preços que podem variar de R$ 15 a R$ 35. Esses valores são os mesmos que estão sendo trabalhados pelo governo nos cenários elaborados para o Plano Nacional de Banda Larga e que seriam viáveis para garantir o acesso das classes C e D aos serviços.

  • Aspas Acho que é um passo importante, espero que outras companhias façam um movimento similar"
A proposta da Oi foi apresentada em reunião, que durou toda a manhã, com o presidente da empresa, Luiz Eduardo Falco, a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e vem sendo avaliada com um novo passo para facilitar uma parceria entre governo e iniciativa privada.

Os valores dos serviços, previstos no projeto da Oi, foram informados pelo secretário de Logística e Tecnologia da Informação, Rogério Santanna, que também participou da reunião. Santanna não revelou os investimentos estimados pela Oi, mas disse que a proposta financeira da empresa passa por “possíveis desonerações” e segue um modelo parecido com o programa Luz para Todos, em que o governo subsidia diretamente o usuário, por meio de recursos de fundos setoriais.

“Eu senti que a empresa já não tem uma abordagem que possa colidir diretamente com o plano do governo”, disse Santanna, admitindo a possibilidade de a proposta da Oi integrar uma “operação mais ampla”, incluindo outras operadoras. “Acho que é um passo importante, espero que outras companhias façam um movimento similar”, acrescentou.

O presidente da Oi disse em rápida entrevista, ao sair da reunião, que a empresa é a operadora adequada para fazer a universalização, mas não deu detalhes da proposta.

Santanna, que sempre defendeu uma participação maior do Estado no projeto de banda larga, apresentou um discurso mais ameno nesta sexta (9). “Acho que é um plano que merece ser estudado. Evidentemente terá que se entrar na seara de custos e premissas, mas acho que a empresa tenta responder aquilo que nós apresentamos para eles”, afirmou.

Segundo ele, as discussões estão avançando dentro do governo, o que está provocando uma reação das empresas para oferecer alternativas. O secretário disse que ainda faltam detalhes do plano para serem fechados, por isso não houve conclusão na reunião de quinta-feira (8) sobre o assunto, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Lula teria pedido aos técnicos que detalhassem o programa para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que não participou do encontro de quinta. “Como todo o plano precisa de dinheiro, sendo ele responsável pelo Tesouro Nacional, sua presença é importante”, afirmou.
Investimento estatal
Santanna não quis fazer avaliações sobre a possibilidade de a proposta da Oi reverter a ideia do governo de criar uma estatal para a banda larga, acrescentando que ainda não foi tomada nenhuma decisão sobre quem será a operadora do plano. A hipótese que vinha sendo mais cogitada é a de a Telebrás assumir essas funções.

O secretário confirmou que na reunião de quinta-feira, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, pediu para que a Oi fosse ouvida. O BNDES tem, junto com fundos de pensão de estatais, 49% da Oi. Apesar dessa participação do governo na empresa, Santanna disse que a Oi é uma operadora privada. “Acho que os bancos estatais emprestaram algum dinheiro, os fundos de pensão investiram, mas ela é uma empresa privada. Agora, certamente, é relevante o fato de ela ser uma empresa de capital brasileiro. Naturalmente temos que considerar esse aspecto”, afirmou.

Outro fator considerado é a cobertura da Oi, que depois de ter adquirido a Brasil Telecom, em 2008, passou a atuar em quase todo o Brasil, à exceção de São Paulo. “A Oi é um ator importante, não resta dúvida de que quem tem a maior cobertura territorial tem que ser ouvida. O governo não pode deixar de ouvir nenhum dos atores”, acrescentou.

Senador coloca outdoor em NY e pede que americanos levantem suas calças

Eric Adams não gosta da moda dos jovens.
Outdoor foi colocado no Brooklyn.


Foto: AP

Cansado da moda dos jovens americanos, o senador Eric Adams colocou um anúncio curioso na Avenida Franklin, no Brooklyn, em Nova York (EUA). Ele pede que homens e mulheres deixem de usar a calça abaixo da cintura, exibindo a roupa íntima. (Foto: AP)

 

Mensagens sobre a empresa na internet podem levar a demissão por justa causa

Ideal é empresas terem política sobre uso das redes sociais.
Demissão de executivo da Locaweb anunciada na terça (30) é um alerta.

A demissão de um executivo da empresa de hospedagem Locaweb anunciada na terça-feira (30) após o profissional provocar são-paulinos pelo Twitter usando o nome da companhia, patrocinadora do clube na partida contra o Corinthians, alerta sobre uma postura que, segundo especialistas, pode provocar a demissão por justa causa de um funcionário: usar indevidamente o nome da empresa em redes sociais na internet.

De acordo com o advogado trabalhista Alan Balaban Sasson, as empresas podem usar, por exemplo, de princípios jurídicos para fazer a demissão por justa causa quando um funcionário cita o nome da empregadora na internet sem prévia autorização. Sasson explica que é possível alegar que o profissional agiu de má-fé com determinada postura tomada no mundo virtual.


Evite problemas
Funcionário
Avalie o peso de sua opinião na empresa e no mercado antes de postar uma mensagem. Quanto maior o cargo, maior a responsabilidade pelo que é dito.
Tenha em mente quem ou o que poderá atingir com suas opiniões. Tenha consciência de que clientes, chefes e subordinados poderão ler o que escreve.
Lembre que a internet é um ambiente público, onde a repercussão de qualquer assunto é abrangente e rápida.
Entenda que se existem porta-vozes pré-definidos na empresa é porque existem razões para isso. Não se comprometa com assuntos que não são de sua responsabilidade.
Pense no futuro e em como as opiniões ditas de maneira impensada podem impactar suas relações profissionais.
Empresa
Oriente os funcionários sobre a demasiada exposição nas mídias sociais
Estabeleça critérios de comunicação para os profissionais e denomine porta-vozes na empresa
Mantenha um canal aberto para dúvidas e aconselhamentos sobre qualquer tipo de comunicação que o funcionário estabeleça
Alerte os funcionários a serem sempre profissionais nas colocações e posicionamentos na internet ou em qualquer meio público
Fonte: Eline Kullock, presidente do Grupo Foco

  • Aspas O executivo decidiu, em comum acordo com a diretoria da Locaweb, desligar-se de suas funções"
No caso da Locaweb, o executivo não teve sorte ao fazer brincadeiras pelo Twitter durante o jogo entre São Paulo e Corinthians no domingo (28).

Corintiano, o diretor ironizou o São Paulo em suas mensagens e chamou o time de “bambi”, além de usar o nome da empresa nos tweets. Na partida, a Locaweb patrocinava pela primeira vez o time.

Logo após o jogo, o executivo apagou as mensagens do Twitter e pediu desculpas ao São Paulo, mas a postura não foi suficiente para conter os torcedores que replicavam as frases na rede social.

Após o incidente, a Locaweb reforçou que a opinião do profissional não corresponde à da empresa e anunciou a demissão do funcionário em seu blog oficial. De acordo com a companhia, “o executivo decidiu, em comum acordo com a diretoria da Locaweb, desligar-se de suas funções”. O G1 tentou contato telefônico com o executivo demitido, mas ele não retornou a ligação.

Manual de conduta
O advogado Sasson afirma que o ideal é que as empresas elaborem um manual de conduta sobre como os funcionários devem agir nas redes sociais quando o assunto for o nome da empresa.



Caso o profissional desrespeite esse manual, por exemplo, ele também poderá ser mandado embora por justa causa por indisciplina. Outra situação que prevê a demissão por justa causa é quando o funcionário, de alguma forma, fere a imagem da empresa pela internet, diz Sasson.

Eline Kullock, presidente do Grupo Foco, orienta ser fundamental ter uma comunicação clara por parte da empresa sobre o que pode ser colocado ou não nas mídias sociais.

“O funcionário deve ser orientado a separar completamente a vida particular da profissional e a consultar os responsáveis e superiores para saber se pode se referir a temas ligados à empresa nesses meios. Dessa forma, evitam-se mal entendidos”, disse.

O gerente de comunicação da Locaweb, Guilherme Mazzola, afirmou que, antes mesmo do ocorrido, a companhia finalizava uma política formal de orientação para o ambiente virtual na empresa, de forma a evitar equívocos como os de domingo. A empresa informou que agora o processo será reforçado e agilizado.

Imagem
Para Neli Barboza, diretora de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, um dos riscos que o profissional corre ao falar o que bem entende sobre a empresa em redes sociais é prejudicar a imagem ou até mesmo causar dano financeiro à corporação, uma das razões pelas quais as empresas podem demitir funcionários que tomam tais atitudes.


  • Aspas Um dos riscos que o profissional corre ao falar o que bem entende sobre a empresa em redes sociais é prejudicar a imagem ou até mesmo causar dano financeiro à corporação"
Mazzola, da Locaweb, afirmou que a empresa acredita que os clientes compreenderão que o incidente não reflete a posição institucional.

“Continuaremos mantendo e mostrando nosso trabalho com a responsabilidade de sempre, entendendo que este foi um caso isolado e pontual que não representa em nada o que a marca Locaweb é no Brasil e em outros países”, disse.

A especialista Neli alerta que o funcionário pode ferir inclusive a própria imagem. “As pessoas confundem o uso das redes sociais. Elas entendem que o uso é pessoal e não social”, diz. Ela alerta para o fato que uma imagem construída em toda a vida profissional pode ser facilmente mal interpretada e destruída pela internet.

De acordo com Neli, já aconteceu de um candidato ser eliminado de um processo seletivo por participar de uma comunidade do Orkut chamada ‘eu odeio acordar cedo’.

"A selecionadora interpretou que o profissional poderia chegar atrasado, o que pode não ser verdade, uma vez que muitas pessoas não gostam de acordar cedo e nem por isso são atrasadas”, disse.




Saiba como instalar uma máquina do tempo no seu PC

Programas permitem desfazer alterações no sistema.
Solução também ajuda a combater as pragas virtuais.

Não seria ótimo que seu computador se comportasse sempre como novo, como se você tivesse acabado de instalar somente os aplicativos e utilitários importantes para sua operação?

Isso é possível com o Windows SteadyState; Comodo Time Machine ou com o Deep Freeze, programas que permitem que o sistema operacional volte ao seu estado inicial mesmo após instalações, deleções ou mesmo ataque de vírus. Basta um reboot e pronto. É como se você voltasse no tempo e tivesse à sua disposição um sistema limpinho e pronto pra uso.

Proprietários de Lan houses e cibercafés, bibliotecas e computadores públicos em geral, são os maiores beneficiados pelo recurso. Com ele, o PC pode passar o dia todo sendo usado e abusado por quantos usuários forem que, ao final do período, com um simples reinício da máquina, tudo voltará ao normal, como se nada tivesse acontecido.

Para o usuário comum, a vantagem é se livrar de vírus pegos pela internet ou qualquer outro meio. Porém, se for necessária uma alteração definitiva, como um documento ou mesmo um novo software para uso específico, aí será necessária uma maior atenção nos detalhes de configuração.


Windows SteadyState
Nele, na hora de reiniciar ou desligar a máquina, o usuário administrativo tem a opção de escolher se deseja manter ou não as alterações feitas.


Indisponivel/Indisponivel

Escolha se vai ignorar ou salvar as alterações feitas no sistema. (Foto: Reprodução)


Outros recursos incluem o de restringir várias opções dos outros usuários, permitindo uma configuração personalizada para cada perfil que acessa o computador.

Sua limitação é não ser suportado em versões mais atuais do Windows como o Vista e o 7.

Comodo Time Machine
Ao contrário do Windows SteadyState, o Comodo suporta Windows XP a partir do SP2; Vista; 7; e as versões 2003 e 2008 para servidor. O software também não requer muito do equipamento. Um Pentium III com 128MB de RAM já pode rodá-lo, tranquilamente.

No entanto, ele implicou com o Deep Freeze que já estava instalado na máquina de testes e se recusou a instalar. Após promovida a remoção do primeiro, ele instalou normalmente e não reclamou do Windows SteadyState que também estava presente no sistema.

Por padrão, o Comodo não "protege" automaticamente o sistema em cada reboot. Ele cria os chamados 'instantâneos' da situação atual da máquina sempre que ela inicia ou sempre que você manualmente mandar. Se precisar voltar a uma determinada configuração ou estado passado, basta entrar no console do programa e escolher à qual posição retornar.

É bem parecido com a restauração do sistema do Windows, porém não são apenas os dados do registro que voltam ao estado antigo, mas tudo, de arquivos a pastas e personalizações.


Indisponivel/Indisponivel

Volte a qualquer momento registrado no passado. (Foto: Reprodução)


Seus recursos não param por aí. Existem diversas configurações e opções no Comodo Time Machine que vão desde a montar a imagem em determinada pasta da rede à desfragmentação dos arquivos criados. Também é possível desabilitar a criação dos instantâneos (snapshots) a cada reboot e agendar recuperações.


Deep Freeze
Outra opção para "voltar no tempo" é o Deep Freeze. Ele não é gratuito, mas é bastante simples de usar. Após instalado, ele coloca um ícone próximo ao relógio do Windows e somente é possível acessar seu menu de configuração com uma determinada combinação de teclas: Shift+Ctrl+Alt+F6, por padrão. Obviamente essa combinação pode e deve ser alterar para evitar que usuário não autorizados mexam e desconfigure a proteção.

Indisponivel/Indisponivel

Shift+Ctrl+Alt+F6 para entrar na tela de configuração do Deep Freeze. (Foto: Reprodução)


A vantagem dele é ser bastante flexível, tendo opção para ser instalado em outros sistemas operacionais como o Mac OS X, Linux e versões do Windows para servidores.

Enfim, para aqueles que o idioma inglês não é uma barreira, os programas apresentados são boas opções para evitar uma bagunça generalizada no PC ou mesmo se recuperar de ataque de vírus ou desconfigurações causadas por erros em instalações de softwares.

Papa tem Via-Crúcis marcada por escândalos de pedofilia

Desde 2008, Bento XVI não faz a pé percurso que lembra paixão de Cristo.
Líder máximo da Igreja Católica completará 83 anos em 16 de abril.

Foto: Max Rossi / Reuters - 02-04-2010

O papa acena aos fiéia ao chegar ao Coliseu de Roma, para conduzir a tradicional celebração da Via-Crúcis (Foto: Max Rossi / Reuters - 02-04-2010)

O papa Bento XVI abriu, na noite desta sexta-feira (2), no Coliseu de Roma, a tradicional Via-Crúcis que relembra o calvário de Cristo até sua crucificação, um evento que este ano tem sido ofuscado pelos escândalos envolvendo padres pedófilos.

Desde 2008, Bento XVI, que completará 83 anos em 16 de abril, não faz a pé o percurso das 14 estações que lembram o suplício e a morte de Cristo, e se limita a carregar a cruz de madeira no trecho final. A cerimônia é tradicionalmente acompanhada por centenas de italianos, que levam pequenas tochas nas mãos.

A celebração, de três horas de duração, teve início às 21h15 locais (16h15, horário de Brasília). A maior parte da cerimônia é celebrada pelo cardeal italiano Agostino Vallini, vigário de Roma, com transmissão ao vivo pela TV a vários países do mundo.

A cruz é carregada nas várias estações por dois haitianos, dois iraquianos, dois religiosos franciscanos vindos da Terra Santa, por representantes de associações de enfermos e por uma família romana.

Em cada estação da Via-Crúcis são lidas reflexões escritas pelo ex-presidente da conferência episcopal italiana, cardeal italiano Camillo Ruini, sobre os "pecados e o mal que vive dentro de cada um de nós e que, com frequência, ignoramos".

Bento XVI se unirá à cerimônia ao final da procissão, quando fará uma meditação conclusiva.

Segundo o jornal do Vaticano, "L'Osservatore Romano", as considerações não abordarão temas da atualidade, como os recentes casos de pedofilia envolvendo padres e religiosos, acompanhados da suspeita de acobertamento pela hierarquia eclesiástica na Europa, particularmente na Alemanha, país natal do pontífice, e nos Estados Unidos.

Apesar disso, o cardeal Ruini admitiu, em declarações à rádio Vaticano, que a Igreja Católica "atravessa um período de sofrimento pelas faltas cometidas pelos filhos da Igreja, em particular os sacerdotes, e pela vontade de atacar a Igreja".

O religioso denunciou "ataques externos que podem extirpar a fé em Deus do coração dos homens". "É o momento mais difícil desde a publicação da encíclica Humanae vitae (contra a contracepção) de Paulo VI em 1968", afirmou à AFP o vaticanista Bruno Bartoloni.

Para ele, "na época a crise foi muito forte, com ataques pessoais contra o papa e a Igreja em geral". Desta vez o escândalo atinge Bento XVI, acusado de ter escondido as ações de padres pedófilos. Algumas pessoas pedem até sua renúncia.

"Não é uma novidade. Já fizeram pedidos de renúncia de Paulo VI pela encíclica, como contra João Paulo II, mas porque estava cansado e enfermo", recorda Bartoloni.

Diante da crise profunda na época em que a Igreja celebra a morte e ressurreição de Cristo, o Vaticano e muitos religiosos saíram em defesa da instituição e do chefe.

"Foram cometidos erros, mas não em Roma", afirmou Jerome E. Listecki, arcebispo de Milwaukee, norte dos Estados Unidos, onde Bento XVI foi objeto de duras críticas, sobretudo nas páginas do jornal New York Times. Um advogado também entrou na justiça para pedir que o Sumo Pontífice preste depoimento, e sob juramento.

A Sexta-feira Santa coincide, ainda, com o quinto aniversário de morte do carismático papa João Paulo II, lembrado com uma missa solene, celebrada na segunda-feira.

Na noite de sábado, o papa voltará à basília de São Pedro para a Vigília Pascal, antes da missa de domingo de Páscoa e da tradicional bênção "urbi et orbi" (à cidade e ao mundo).
-->